domingo, 31 de maio de 2009

Lição de sabedoria

Imagem: WEB

Hoje, último dia de maio, dei-me conta de que estamos, praticamente, na metade do ano. Somos tão absorvidos pelos nossos afazeres e problemas pessoais que, raramente, temos tempo de parar para reflexionar um pouco sobre o que está acontecendo com a macrocasa de todos nós.
O planeta Terra vem sendo impiedosamente castigado por uma boa parte de seus habitantes que, na ânsia do ter, não respeita os limites e a lógica das coisas. As consequências podem ser vistas e sentidas por todos. O meio ambiente já está “revidando” as ações inconsequentes e egoístas do homem. Só lamento que pessoas inocentes também paguem pelos erros de outras tantas.
Sou uma idealista – apesar de tudo – e ainda tenho esperança de que este mundo poderá se transformar em um lugar melhor.
Ontem, ao ler uma parábola moderna, aprendi com uma criança – ser descomplicado por natureza – que o mundo tem conserto. A referida parábola, que trasladarei abaixo, é de um autor desconhecido e me fez ver que a maioria dos problemas não são tão grandes assim... Nós é que os ampliamos e complicamos, dificultando a sua solução. Leiamos:

“Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias em seu laboratório, em busca de tirar suas dúvidas.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer com que o filho fosse brincar em outro lugar.
Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho, com o objetivo de distrair sua atenção.
De repente, deparou-se com o mapa do mundo estampado em uma revista. Estava ali o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou-o ao filho dizendo:



Imagem: WEB

- Você gosta de quebra-cabeças?... Então, vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho!
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Passados alguns minutos, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
- Pai, pai... Já fiz tudo!... Consegui terminar tudinho!
A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, recompor um mapa que jamais havia visto.

Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.
- Você não sabia como era o mundo, meu filho. Como conseguiu?
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas, quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem.
Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui.
Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem, que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha, e vi que havia consertado o mundo.



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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Você sabia que a voz envelhece?

Imagem: WEB

"A voz é um som produzido pela vibração do ar que é retirado dos pulmões pelo diafragma e que passa pelas cordas vocais sofrendo alterações influenciadas pela boca, lábios e língua.

Como as demais partes do corpo, a voz também envelhece. Este envelhecimento é provocado pela ação natural do desenvolvimento do organismo onde há o engrossamento das cordas vocais, a redução de movimentos das articulações, alterações hormonais e emocionais, maus hábitos, calcificação das cartilagens, atrofia da musculatura laríngea e a perda da capacidade pulmonar.

O período de melhor desempenho vocal está entre os 25 e os 40 anos de idade, mas pode haver exceções quando se possui boa saúde física e psicológica, além de fatores genéticos, sociais, ambientais e raciais.

As alterações vocais também podem variar de acordo com o sexo. Pessoas do sexo masculino tendem a iniciar o processo de alteração vocal por volta dos 30 anos de idade, enquanto pessoas do sexo feminino semente iniciam este processo por volta dos 50, quando ocorrem alterações no organismo decorrentes à menopausa.

Para evitar o envelhecimento vocal ou atrasá-lo é necessário:

* Usar a voz corretamente;
* Beber no mínimo dois litros de água por dia;
* Evitar bebidas destiladas;
* Evitar o fumo e a cafeína;
* Evitar falar alto ou baixo, rápido,
descompassadamente e por muito tempo;
* Evitar pigarrear."

Disponível em: Você sabia?< http://www.vocesabia.net/>

domingo, 24 de maio de 2009

Educação inclusiva e o AEE

Sala multifuncional para Atendimento Educacional Especializado
- a professora especialista Cláudia ensinando
a LIBRAS para aluno com surdez.
Foto: arquivo da Escola Municipal Marineide Pereira Cunha


No decorrer dos últimos cinco anos, observamos que a educação inclusiva, no Brasil, vem avançando e se solidificando consideravelmente. Isto se deve tanto aos investimentos dos governos federal, estaduais e municipais na capacitação de professores, construção de salas multifuncionais e aquisição de materiais quanto às pessoas comprometidas que abraçam esta causa e lutam por uma sociedade na qual as diferenças sejam respeitadas e acolhidas. O ano de 2008 foi, de fato, decisivo com a implantação das políticas públicas, em nível nacional, voltadas para a Educação Especial, ratificação de convenção, criação de decretos e diretrizes normalizando, formalizando e estruturando o Atendimento Educacional Especializado para pessoas com deficiência.



V Curso de Educação Inclusiva: direito à diversidade
(Curso de formação de gestores e educadores, de 27 municípios do RN,
realizado no período de 18 a 22 de maio de 2009 -
Local: Sala Mossoró do Garbos Trade Hotel.)
Foto: arquivo pessoal

A cidade de Mossoró - cujo traço característico é o pioneirismo - aderiu e vem, com o apoio do MEC, fazendo a sua parte. Prova disto foi a realização, nesta penúltima semana de maio, pela Secretaria da Cidadania, sob coordenação da Gerência da Educação, do V Curso de Educação Inclusiva: direito à diversidade (curso de formação de gestores e educadores), do qual tivemos o privilégio de participar.


As professoras especialistas do AEE: Cláudia, Jaciara, Josselene
e a psicanalista com graduação em psicologia
Cristina Abranches Mota Batista
(Superintendente da APAE de Contagem/MG)
Foto: Rosely

Iniciamos, no dia 18, com a psicóloga Cristina Abranches Mota Batista (Superintendente da APAE-Contagem-MG). Em sua conferência, quando ela proferiu, com ênfase e segurança, a frase: “Todo ser humano aprende” lançou por terra todos os preconceitos que, por ventura, ainda alimentássemos em relação à aprendizagem de pessoas com deficiência, e nos motivou a investirmos em todos os alunos, sem exceção.


Eu e o professor Romeu Kazumi Sassaki
(especialista em inclusão social da pessoa deficiente,
autor de vários livros, consultor e professor em cursos de
capacitação de recursos humanos entre tantos outros trabalhos.)
Foto: Selma Bedaque


No dia 19, o professor Romeu Kazumi Sassaki reforçou e complementou o que nos foi ensinado, pela primeira conferencista, ao nos garantir que “Todos poderão aprender se acolhermos os estilos individuais de aprendizagem e as inteligências múltiplas”. Ainda segundo ele, "os sistemas gerais devem adequar-se às pessoas com deficiência e não o inverso".


Eu e a doutora, em Educação, uruguaia Susana Graciela Pérez Barrera Pérez
(Presidente do Conselho Brasileiro para Superdotação,
do qual também foi fundadora)
Foto: Jaciara


No dia 20, a doutora Susana Graciela Pérez Barrera Pérez nos fez reflexionar sobre as graves consequências de negarmos oportunidades às pessoas com deficiências. Ela ainda nos deixou a frase: “Utopia é tudo aquilo que não conseguimos fazer”.

Eu e a pedagoga e especialista em inclusão
Selma Andrade de Paula Bedaque
(Coordenadora da Educação Especial - GEED -
responsável pela implantação do AEE em Mossoró)
Foto: Rosely


No dia 21, a Coordenadora da Educação Especial – GEED - Mossoró, Selma Andrade de Paula Bedaque fez um relato esclarecedor das “Idas e vindas do movimento inclusivo no Polo Mossoró”. Ela é a responsável pela implantação do Atendimento Educacional Especializado (AEE), nesta cidade, e tem mobilizado, durante todos esses anos, um grande número de pessoas e recursos que modificaram, completamente, o ensino público da rede municipal e a vida de muitas pessoas com deficiência desta região.


A turma do AEE/Mossoró: professores especialistas
Vera, Selma, Josselene, João Neto, Aldenize,
Rosely, Jaciara, Sandra, Cláudia e Graça
Foto: arquivo pessoal

Em Mossoró, constatamos que, a cada dia, se multiplica o número de pessoas engajadas neste movimento. Ainda que não seja o número ideal, certamente e neste ritmo, ele será atingido. Já existem muitas pessoas falando “a mesma língua” e isto nos faz vislumbrar a escola, verdadeiramente, inclusiva que tanto queremos.


Eu lendo uma crônica reflexiva
no encerramento do evento.
Foto: arquivo pessoal

No dia 22, após escutarmos relatos de experiências inclusivas, retornamos aos nossos lares trazendo conosco algumas dúvidas – é verdade. Contudo, são exatamente essas dúvidas que nos impulsionarão a buscarmos, pesquisarmos, nos mobilizarmos para encontrarmos caminhos e/ou soluções para os desafios da inclusão. A luta não é fácil. Os obstáculos são muitos – não podemos negar. Concluímos que, por enquanto, o Atendimento Educacional Especializado (modalidade de ensino destinada às pessoas com surdez, deficiência física, deficiência intelectual e deficiência visual que suplementa ou complementa o ensino regular) é a melhor forma de incluirmos todos os alunos. Todavia, sonhamos com o dia em que a educação no Brasil atingirá o nível ideal de qualidade. Quando isso acontecer, o AEE não será mais necessário, como já acontece, por exemplo, no Canadá. Naquele país, o ensino regular é suficiente e eficiente para atender a todos os alunos, com deficiência ou não.

Enquanto esse dia não chega, mãos à obra!





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terça-feira, 19 de maio de 2009

Para refletir...

Imagem: WEB


“A vida nos demonstra que a gênese das frustrações humanas está na inadequação entre aquilo que sonhamos para nossa vida com aquilo que de fato nos acontece. Somos incentivados a sonhar alto, a projetar grandes empreendimentos e a colocar nossos esforços para extrair o máximo que pudermos da vida. Não há nenhum erro em tudo isso. O grande problema não está em sonhar alto. Isso é fácil. O difícil está em continuar vivos quando o pedestal do sonho não suportar o nosso peso e dele cairmos.”

MELO, Fábio de. Quem me roubou de mim? O sequestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa. Brasil: São Paulo, 2009.

Fábio José de Melo Silva, mais conhecido como Padre Fábio de Melo (1971 - ) - é um sacerdote católico, artista, escritor, professor universitário e apresentador brasileiro. Tornou-se nacionalmente conhecido por seu trabalho como comunicador: sua obra compõe-se de 6 livros publicados e também de 11 CDs que, juntos, venderam mais de 1,8 milhão de unidades. Mestre em antropologia teológica, foi ordenado em 2001 e atua na diocese de Taubaté, interior de São Paulo.

sábado, 16 de maio de 2009

Macacos no altar

Entalhe de Nikko, Japão
Foto: Ricardo Freire

Estes três macaquinhos (Kikazaru, Iwazaru e Mizaru) representam um antigo provérbio budista:"Não dou atenção ao mal, não dou ouvidos ao mal, não dou voz ao mal."

Encontramos o macaco nalguns quadros clássicos. Em grandes catedrais (por exemplo: Bayeux, Chartres, Paris, Amiens) encontramos macacos segurando os capitéis das colunas e quase sempre têm caras exóticas. Não estão lá por ornamento, mas simbolizam o castigo do ser humano pecador. Quando acorrentados, simbolizam o demônio impotente contra os cristãos. Às vezes encontramos macacos afetados por sarna ou lepra: são símbolo da pessoa invejosa. Outras vezes encontramos figuras humanas com cara de macaco: quer-se simbolizar a pessoa que se autodegradou pelos vícios. Nalguns quadros, o macaco se olha num espelho: símbolo do ser humano que perdeu a dignidade.

Fonte: Folhinha do Coração de Jesus. Texto do Frei Clarêncio Neotti, OFM.

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Mossoró: a terra do sol, do sal e do petróleo


Hoje, vou saldar mais uma dívida: escrever sobre a cidade onde nasci e venho construindo a minha vida. Apesar de haver escrito antes sobre outros lugares, que visitei, sempre alimentei o desejo de apresentar ao mundo “a minha cidade”. Nunca é tarde, não é mesmo? Então, faço-o agora.
Embora Mossoró seja uma cidade bonita, limpa, hospitaleira e em constante crescimento, também, enfrenta muitas dificuldades que são comuns em tantas outras cidades do país e do mundo. Neste período chuvoso, por exemplo, os condutores de veículos são obrigados a conviver com a erosão na pavimentação asfáltica e, os moradores das áreas ribeirinhas, com os alagamentos. Como acontece no resto do mundo, os índices de violência e criminalidade aumentam, a cada dia, e são preocupantes. Todavia, como tenho consciência de que lugar perfeito não existe, não me escuso de enaltecer as qualidades desta cidade e, juntamente com os demais mossoroenses, reivindicar soluções efetivas, para os problemas existentes, a quem de direito.
Fundada em 1852, após se emancipar de Assu, Mossoró é considerada a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte (um dos nove estados do nordeste brasileiro). Ela é conhecida como "a terra do sol, do sal e do petróleo" e, ainda, como a "Capital do Oeste" por ter se destacado das demais cidades do oeste potiguar nos mais diferentes aspectos: pioneirismo, desenvolvimento, inteligência e arte de seu povo.
Bandeira de Mossoró




Brasão de Mossoró

Vista aérea de Mossoró
Pontes e Rio MossoróImagem: WEB


Vista do Centro de Mossoró
Igreja de São Vicente e Palácio da ResistênciaImagem: WEB



Roteiro de MossoróImagem: WEB


Localização:
Tem localização privilegiada. Fica entre uma paisagem contrastante de serras do interior e um litoral de beleza ímpar e deslumbrante. Situa-se entre duas capitais brasileiras: Fortaleza (capital do Ceará) e Natal (capital do Rio Grande do Norte). Municípios limítrofes: Tibau e Grossos (ao norte), Areia Branca (a nordeste), Serra do Mel (a leste), Açu (a sudeste), Upanema e Governador Dix-Sept Rosado (ao sul), Baraúna (a oeste) e Icapuí (a noroeste).Acesso:Mossoró pode ser alcançada pelas BRs 110, 304 e 405, além das rodovias intermunicipais.
Apesar de localizar-se no sertão, possui fácil acesso às praias, sendo Tibau (a 42 km) a mais próxima, seguida por Areia Branca, com a praia de Upanema (a 48 km), Ponta do Mel (a 53 km) e Morro Pintado (a 50 km).
Área: 2.110,207 km²População: 241.645 habitantes (estimativa do IBGE/2008)Densidade: 114,5 hab./ km²Altitude: 16 metrosClima: semi-árido (com temperaturas médias mínimas de 22,5 graus e médias máximas de 33,3 graus.)Fuso horário
: UTC-3


Poço pioneiro de produção de petróleo
Foto: Ivanaldo Fernandes


Economia:
Mossoró é o maior produtor de petróleo (em área terrestre) do país. Ocupa o mesmo lugar em relação à produção de sal marinho. Destaca-se, em nível estadual, a sua fruticultura irrigada destinada à exportação para a União Européia, os Estados Unidos e o Japão. O principal produto é o melão. Outros produtos que merecem destaque: cimento, cerâmica, tempero e castanha.
Extração de sal marinho
Imagem: WEB
Principais eventos:

O turismo também incrementa a economia. Durante o ano inteiro, são realizados eventos que atraem um número considerável de turistas. Entre eles destaco:
Vaquejada - Porcino Park Center - em abril
Mossoró Cidade Junina (O maior arraial do Brasil) – de 11 a 28 de junho.

Esta festa já é conhecida nacionalmente. Este ano será a 12ª edição. Durante a mesma, acontecem, na Estação das Artes (espaço cultural da cidade onde funcionou a antiga estação ferroviária) e no adro da Igreja de São Vicente (onde foi erigida a trincheira para “receber” os cangaceiros - homens fora da lei - do bando de Lampião) concursos de danças (as famosas quadrilhas), rei e rainha do milho, shows musicais e teatrais merecendo destaque espetáculo “Chuva de bala no país de Mossoró" que conta a história da resistência, desta cidade, em 1927, ao grupo de cangaceiros que aterrorizava as cidades nordestinas naquela época.



Expofruit – em junho.




Festa do bode
Imagem disponível em: www.paginarural.com.br


Festa do Bode – entre os meses de julho e agosto.


Este ano acontecerá a sua 11ª versão no Parque de Exposições Armando Buá. É maior exposição de caprinos e ovinos do Rio Grande do Norte na qual os melhores expositores são premiados. Além disso, temos barracas com comidas típicas, bebidas e artesanato; realização de shows artísticos e culturais, festival de violeiros e repentistas, torneio leiteiro, seminário sobre caprinovinocultura (para orientação aos criadores e interessados em geral) e feira de animais, produtos e serviços.

Feira da Indústria e do Comércio da Região Oeste (FICRO) – em agosto.

Feira do Livro – em agosto.

Auto da Liberdade
na Estação das Artes Elizeu Ventania
Foto: Alexandro Gurgel

Auto da Liberdade – última semana de setembro.


Trata-se de um outro espetáculo teatral que é apresentado ao ar livre em um palco gigantesco montada na Estação das Artes. Dele participam mais de dois mil atores e figurantes. A encenação exalta o pioneirismo histórico dos mossoroenses englobando os quatro atos libertários de Mossoró: o Motim das Mulheres (1875), revolta feminina contra o alistamento de mossoroenses na Guerra do Paraguai; a Abolição dos Escravos (1883), cinco anos antes da Lei Áurea; a Resistência e vitória ao bando de Lampião (1927) e o Voto Feminino (1927), a inscrição da primeira eleitora na América do Sul, professora Celina Guimarães Viana. Ela é lembrada por ter antecipado em cinco anos a conquista do voto feminino no Brasil.


Festival Gastronômico – em setembro.

Vaquejada do Porcino Park Center – em outubro.

Festa da Padroeira Santa Luzia – de 3 a 13 de dezembro.

A devoção dos mossoroenses à sua padroeira coincide com o nascimento da própria cidade. Na realidade, Mossoró originou-se de uma fazenda, de poucos hectares onde, hoje, localizam-se os bairros Paredões e Barrocas, chamadaFazenda de Santa Luzia” cujos proprietários eram devotos desta santa. O sargento-mor português Antônio de Souza Machado, ao requerer uma autorização à Diocese para erguer uma capela, em sua fazenda, em homenagem à Virgem de Siracusa (para pagamento de uma promessa de sua esposa Rosa Fernandes), acabou atraindo várias pessoas e transformando aquela área em um povoado. Em l779, seis anos após a conclusão da capela (atualmente, Catedral de Santa Luzia), sua esposa trouxe, de Portugal, uma imagem desta santa que, até hoje, é conduzida nas procissões e peregrinações.




Roteiro turístico:*Catedral de Santa Luzia
*Templo sede da Assembleia de Deus
*Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte
*Portal do Saber
Igreja de São Vicente
(Ainda conserva as marcas das balas do
ataque dos cangaceiros de Lampião)
Imagem: WEB

Templo Central da Assembléia de Deus
Imagem: WEB

Catedral de Santa Luzia
Foto: Ivanaldo Fernandes


Praça Rodolfo Fernandes
(Praça do antigo Cine Pax)
Foto: Dilaine Azara


Praça Vigário Antônio Joaquim
(Praça da Catedral)
Imagem: WEB

*Palácio da Resistência (atual Prefeitura)
*UFERSA (antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró)
*Igreja de São Vicente
*Catedral de Santa Luzia
*Praça Vigário Antonio Joaquim
*Praça Rodolfo Fernandes


Espaço Arte da Terra
Foto: Ivanaldo Fernandes


Ginásio Pedro Ciarlini Neto
Foto: Gilnete Ferreira

Estádio Manoel Leonardo Nogueira
Foto: Ivanaldo Fernandes


*Espaço Arte da Terra (centro de gastronomia e artesanato)
*Estação das Artes Elizeu Ventania
*Museu Municipal Jornalista Lauro da Escóssia
(Centro Cultural Manoel Hemetério - antiga cadeia pública)

*Museu do Petróleo
*Estádio Manoel Leonardo Nogueira
*Ginásio Poliesportivo Dr. Pedro Ciarlini Neto
*Memorial da Resistência de Mossoró
*Centro Empresarial Caiçara
*Teatro Municipal Dix-Huit Rosado
*Teatro Lauro Monte Filho
*Mossoró West Shopping
*Atacadão Auto-Serviço
*Xerife's Fast Food
(Drive-Thru)

*Mercado Municipal
*Mercado do Vuco-vuco
(feira popular de produtos novos e usados)


Memorial da Resistência
Imagem: WEB

Teatro Municipal Dix-huit Rosado
Foto: Ivanaldo Fernandes
Praça da Convivência
Imagem: WEB



Praça da Criança
Imagem: WEB

*Corredor Cultural um complexo formado por quatro praças temáticas que humanizou a Avenida Rio Branco. Espaço reservado ao turismo e à população, em geral, onde todos têm a oportunidade de passear, alimentar-se e assistir a peças teatrais, recitais poéticos, shows musicais e torneios esportivos). A avenida está assim dividida:- Praça da Criança
- Praça da convivência
- Praça de esporte
- Praça de eventos

Obs.: Ainda fazem parte do Corredor Cultural o Teatro Dix-huit Rosado e o Memorial da Resistência.

Hospedagem:

*Garbos Trade Hotel
http://www.hotelgarbos.com.br/
*Thermas Hotel e Resort
http://www.hotelthermas.com.br/
*Hotel Villa Oeste
http://www.villaoeste.com.br/
*Sabino Palace Hotel
http://www.hoteissabinopalace.com.br/
*Hotel Imperial
hotelimperial@uol.com.br
*São Luiz Plaza Hotel
http://www.saoluizplaza.com.br/
*Pousada Asa Branca
http://www.pousadaasabranca.com/

Garbos Trade Hotel
Foto: divulgação

Hotel Thermas
Foto: Rômulo Wagner


Restaurantes, pizzarias e lanchonetes:

*Candidu's Restaurante
*Flávio's Restaurante
*Moinhos Restaurante
*Germano's Restaurante
*Restaurante Travessia
*Xerife's Fast Food
(Drive-Thru)

*Trattoria Bom Gosto
*Forno à lenha Pizzaria

Ensino Superior:

*Universidade do estado do Rio Grande do Norte (UERN)

*Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA)
*Faculdade de Ciências e Tecnologia Mater Christi*Campus da Universidade Potiguar (UnP)
*Campus da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE).
Um pouco mais de história:

Os primeiros habitantes da região foram os índios monxorós. Portanto, o vocábulo Mossoró é uma corruptela de monxoró. Por volta de 1600 já eram feitas referências às salinas em cartas e documentos da época. De acordo com o historiador Luiz da Câmara Cascudo, os holandeses Gedeon Morris de Jonge e Elbert Smiente andaram extraindo sal na região até 1644.
Em 1701, o Governador de Pernambuco, D. Fernando Martins Mascarenhas, concedia ao Convento do Carmo de Recife terras em Paneminha e, em volta destas, as sesmarias de Entrada, Freire e Amaro, sítios ainda hoje pertencentes ao Município de Mossoró. Seguiu-se a concessão de outras sesmarias a brasileiros e portugueses.
Por volta de 1760, o sargento-mor Antonio de Sousa Machado iniciava na Ilha das Oficinas (hoje Porto Franco, Município de Grossos) a preparação de carne salgada, exportando-a para o sul. Em 1770, era ele proprietário da Fazenda Santa Luzia, onde, em 1772, construiu a Capela de Santa Luzia, originando-se daí o povoado.
Até 1842, a capela de Santa Luzia pertenceu à freguesia de Apodi. Nesse mesmo ano, foi criada a freguesia de Mossoró. Em 1852, o povoado foi elevado à categoria de vila e, em 9 de novembro de 1870, recebeu foros de cidade.
Fontes: Site da Prefeitura Municipal de Mossoró, Wikipédia e arquivos pessoais.
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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Visita inesperada


Imagem: WEB


VISITA INESPERADA
Copyright © Josselene Marques

Nos últimos meses, embora sua presença tenha sido constante em minha vida, há alguns dias ela não dava o ar de sua graça. Confesso que estava até me acostumando com a sua ausência. Já era adiantado da hora noturna quando ela chegou, inesperadamente. Parecia nervosa, pois utilizou mais de uma forma para se fazer notar e anunciar: uma linguagem própria de sinais e bastante barulho. Eu estava navegando na internet e, no exato momento de sua chegada, fazia um upload de um vídeo de Laura Pausini. Coincidentemente, a conexão caiu e não tive outra alternativa senão dar atenção exclusiva à inesperada visita. Depois de meia hora, cheguei à conclusão de que ela não tinha pressa para ir embora. Pensei comigo: que criatura mais inconveniente!

O tempo foi passando e o meu sono chegando e ela lá, firme e forte, fazendo-me companhia e impondo a sua presença. O cansaço me venceu e, apesar de minha boa educação, fui obrigada a deixá-la “falando sozinha”, já que não podia mandá-la embora, naquela hora. Adormeci. A certa altura da noite, acordei e observei que ela não se fora, porém, estava mais calma e silenciosa. Creio que percebeu que aquela não era hora para manifestações ou comportamentos efusivos.

Amanheceu. Ao despertar para um novo dia, confirmei minha suspeita: ela viera para ficar por um período bem maior. Fez-me companhia durante a noite inteira e imagino que não partirá tão cedo.

Neste instante, o relógio está marcando sete horas. Eu e ela estamos nos encarando. Tenho um compromisso e não quero levá-la junto comigo. O pior é que ela parece decidida e irredutível. Não tem acordo! Mais uma vez, serei forçada a abandoná-la para poder cumprir a minha agenda. Refleti um pouco: não preciso ficar constrangida, pois não a convidei. Ela terá que entender e relevar a minha a falta de cortesia.


Fui até o meu quarto preparar-me para sair. Ao retornar à sala, tive uma surpresa: minha visita se fora, sem despedir-se, mas tenho a impressão de que voltará mais tarde. Vi no céu alguns indícios. A minha companhia da noite passada chama-se chuva. Ela chegou, sem aviso prévio, acompanhada de raios e trovões e partiu silenciosa, há poucos minutos, deixando apenas a sua marca na natureza.

domingo, 10 de maio de 2009

Dia das Mães


Imagem: Clip-art Montagem: Selene

Hoje, segundo domingo de maio, comemoramos o dia dedicado às mães.
Relevando o apelo comercial da data, creio ser uma homenagem justa a essas pessoas que nos deram a vida e começaram a cuidar de nós antes mesmo de nascermos.


Na realidade, todos os dias são das mães, pois lhes compete desempenhar, diária e simultaneamente, os papéis de protetoras, educadoras e, muitas vezes, provedoras de seus filhos.

Infelizmente, nem todas as mães têm a oportunidade de assim procederem pelos mais diferentes motivos: o trabalho que as obriga ao afastamento dos filhos, os problemas familiares, de saúde e/ou financeiros, a perda definitiva dos mesmos, entre tantos outros impedimentos.

Sou uma filha privilegiada, pois ainda posso conviver e contar com uma mãe maravilhosa, amiga, compreensiva, paciente, educada, saudável e de espírito jovem e “antenado”. Com ela aprendi a entrar e a sair, com dignidade, de lugares e situações. Isto não tem preço!

Neste momento, recordei-me de um período de minha adolescência: quando costumava visitar, com frequência, o abrigo de idosos da cidade, em que nasci, com o objetivo de fazer companhia a essas sábias pessoas. Durante as visitas, lia, escutava suas histórias e copiava receitas e orações para aquelas mães da terceira idade. Lá aprendi, amadureci bastante, descobri que nem todos os filhos valorizam suas mães e ouvi depoimentos chocantes, revoltantes de algumas que haviam sido desprezadas, simplesmente, por não serem mais tão ativas. Pobres mulheres! - Tratadas como objetos descartáveis.

Atualmente, vejo que essa prática ainda persiste. Fato lamentável! Os abrigos estão lotados de mães que, pelo peso da idade, tornaram-se “improdutivas”, dependentes e indefesas. Por isso, são jogadas à própria sorte - vivendo da boa vontade de estranhos, pois sequer são visitadas por seus familiares.

Espero e desejo que, nas gerações futuras, a relação entre mães e filhos evolua e o respeito e amparo mútuos se deem até o fim de seus dias. Que elas sejam vistas como anjos de Deus cuja missão é zelar os filhos Dele. Que não seja necessária a sua morte para que lhes seja sentida a falta ou dado o devido valor.

Incontestavelmente, o amor de mãe é o mais incondicional, o mais dedicado, o mais desinteressado e, por isso mesmo, o mais forte e sublime de todos.

Feliz Dia das Mães a todas, sem exceção!
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quinta-feira, 7 de maio de 2009

As múltiplas faces do amor

Imagens: Clip-art Arte: Selene

Hoje, deixo uma sábia reflexão, de Francisco Cândido Xavier, para você que me dá a honra e o prazer de sua visita:

Vida – é o amor existencial;

Razão – é o amor que pondera;
Estudo – é o amor que analisa;
Filosofia – é o amor que pensa;
Religião – é o amor que busca Deus;
Verdade – é o amor que eterniza;
Ideal – é o amor que se eleva;
– o amor que se transcende;
Esperança – é o amor que sonha;
Caridade – é o amor que auxilia;
Fraternidade – é o amor que se expande;
Sacrifício – é o amor que se esforça;
Renúncia – é o amor que se depura;
Simpatia – é o amor que sorri;
Trabalho – é o amor que constrói;
Indiferença – é o amor que se esconde;
Desespero – é o amor que se desgoverna
Paixão – é o amor que se desequilibra;
Ciúme – é o amor que se desvaira;
Orgulho – é o amor que enlouquece;
Sensualismo – é o amor que se envenena e, finalmente, o
Ódio – que julgamos ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Francisco Cândido Xavier (1910 — 2002) - nascido como Francisco de Paula Cândido e mais conhecido popularmente por Chico Xavier, notabilizou-se como médium e célebre divulgador do Espiritismo no Brasil.

domingo, 3 de maio de 2009

Meu sol


Flickr.Com _ Foto pública _ Enviada por: - Miss Ernayme


Hoje, de acordo com o calendário comemorativo, é o Dia do Sol. Como sou do bem e da luz, não posso deixá-lo passar em branco...


Quase sempre, nas primeiras horas da manhã,
Ao acordar, sinto a tua presença:
Percebo os teus raios atravessarem,
Sem cerimônia, as vidraças do meu aposento.
Eles são muito bem-vindos,
Pois vêm me abastecer de energia pura
Que me renova e me dá forças
Para seguir sempre em frente.
Se chove, e tu és impedido de aparecer,
Meu dia torna-se melancólico
E a indisposição se faz presente em meu corpo.
A paisagem fica sombria, desbotada.
Então, ponho-me a torcer para que te manifestes.
Só tu podes mudar o meu estado e este quadro.
Nesses momentos, é assim que eu te peço:
Vem - sem demora - e, mais uma vez, revigora o meu ser.
Restaura, pois, o colorido do meu mundo e do meu viver.



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sábado, 2 de maio de 2009

Como potencializar a memória?


Imagem: WEB

Atualmente, é comum vermos pessoas de diferentes faixas etárias queixando-se de lapsos de memória. Há, inclusive, casos graves de pais que esquecem os próprios filhos dentro de automóveis, outros que não conseguem lembrar se já tomaram ou não seus medicamentos, pessoas que, se interrompidas em uma conversa, têm dificuldade em retomar o assunto por já não mais se recordarem de “onde pararam” entre tantas outras situações que vivemos ou presenciamos em nosso cotidiano. Se você se encaixa neste perfil, não se preocupe. Há mais de seis bilhões de seres humanos com a “síndrome do esquecimento”. Foi exatamente este número exorbitante que motivou estudiosos ingleses a realizarem mais uma pesquisa neurocientífica. Concluídos os estudos - publicados recentemente -, eles chegaram a uma conclusão surpreendente: precisamos esquecer para lembrar.


A princípio, tal afirmação parece uma sandice ou mais uma daquelas teorias que proliferam sem chances de comprovação. No entanto, se raciocinarmos, com calma, veremos que a descoberta tem fundamento. Apesar de possuir uma capacidade de armazenamento quase ilimitada, o nosso cérebro, devido aos mais variados estímulos e inúmeras atribuições, pode ficar, de certa forma, saturado. Por isso, muitas vezes, nos contrariamos porque nos lembramos de insignificâncias e olvidamos de coisas importantes.

Antes da divulgação desta pesquisa, era consenso que uma memória puxa a outra (o cérebro armazena informações através de conexões temporárias, permanentes ou semipermanentes entre os neurônios) – e isso é verdade em alguns casos. Contudo, de acordo com este moderno, polêmico e revolucionário estudo, acontece exatamente o contrário, isto é, quando nos lembramos de alguma coisa, esquecemos de outras porque, ao buscarmos a memória de algo, debilitamos as outras memórias. Para o cérebro, o ato de lembrar é decodificado como o de reaprender, o que gera sobrecarga. Ele não consegue distinguir o que é relevante ou irrelevante para nós. Consequentemente, acabamos por esquecer coisas das quais gostaríamos de lembrar. Para entendermos melhor, é importante sabermos que, numa tentativa automática para não se sobrecarregar com o volume imenso de informações diárias, o cérebro divide as tarefas usando cinco tipos diferentes de memória: a semântica (a memória do conhecimento, do raciocínio, das palavras), a visual (uma das mais potentes, registra tudo o que vemos), a processual (proporciona novas habilidades ao corpo) a topocinética (situa-nos no espaço) e a episódica (é a nossa memória particular).

Então, o que fazer para potencializar a memória?

Os cientistas recomendam que:


· por alguns instantes, procuremos deixar o cérebro ocioso (ele precisa de um intervalo para estabilizar as lembranças);

· bebamos uma taça de vinho por dia, tomemos chá ou comamos chocolate (os flavonóides, comuns aos três, melhoram consideravelmente a memória). Mas não exageremos! O excesso de açúcar, na corrente sanguínea, compromete a memorização além de engordar – é claro!

· exercitemos a memória, repetindo, várias vezes, apenas o que queremos lembrar.

· pratiquemos exercícios físicos e meditação (a partir dos 40 anos, perdemos gradativamente a capacidade de regular os níveis de glicose no sangue. O cérebro necessita de glicose na medida certa para funcionar bem - o consumo é “on line” –, pois o cérebro não acumula ou armazena glicose. Não é à toa que os médicos recomendam dietas e exercícios).

· evitemos, ao máximo, situações estressantes (elas produzem cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória.)

Portanto, enquanto não tivermos acesso aos chips de memória e à pílula da supermemória, que estão sendo desenvolvidos e em poucos anos estarão no mercado, sigamos as orientações repassadas por cientistas, especialistas e médicos a fim de tenhamos uma melhor qualidade de vida e nos previnamos contra aborrecimentos e constrangimentos que a falta de memória possa causar.
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sexta-feira, 1 de maio de 2009

15 anos sem o piloto Ayrton Senna da Silva

É esta a imagem que tenho de Senna: nosso eterno campeão.


Não sou idólatra, mas se tinha alguém que me fazia parar em frente ao televisor, nas manhãs de domingo, esse era o piloto brasileiro, de Fórmula 1, Ayrton Senna da Silva. Ele foi uma das pessoas que mais admirei na vida em virtude de seu talento, carisma, caráter e, também, pelas alegrias que proporcionou aos seus compatriotas.

Era 1 de maio de 1994 – há exatamente 15 anos. Nesse dia, nosso tricampeão (1988, 1990 e 1991) disputava o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. Durante a corrida, ao entrar na curva Tamburello, ele perdeu o controle do carro, que seguiu reto e chocou-se, a mais de 200km/h, contra o muro de concreto do Autódromo Enzo e Dino Ferrari. Ele já estava na última volta do GP e foi, também, a última de sua vida. Lamentei, profundamente, e perdi a motivação para assistir às corridas que se seguiram. Simplesmente, deixei de assisti-las, apesar de torcer pelos outros brasileiros que estão dando continuidade a esse excitante e perigoso esporte.

Na qualidade de sua admiradora, memorizei uma de suas frases célebres e jamais a esqueci: “O impossível não existe quando se acredita verdadeiramente nos sonhos”. Diante dos desafios, sempre me lembro dela. E verdade seja dita: ele tinha razão. Nada é impossível se você, realmente, acredita que pode ser. Ele me ensinou essa lição sem sequer me conhecer. Senna nos deixou, aos 34 anos, após uma meteórica e inesquecível passagem por este planeta.

Abaixo, o vídeo com o Tema da Vitória para você relembrar e reviver as emoções daquelas manhãs de domingo.

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